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RCF recebe mais de 600 requisições para oferta lançada aos attendees do Web Summit

Na segunda edição do Web Summit em Portugal, a RCF, firma especializada no registo de propriedade intelectual com mais de 80 anos de experiência, quis conhecer melhor o grau de conhecimento dos visitantes e o nível de protecção dos direitos de propriedade intelectual das startups presentes no evento, nomeadamente no que toca ao registo de marca e pedido de patente, pelo que realizou um inquérito durante os 3 dias do mesmo.

Uma das conclusões mais relevantes a que chegou com este inquérito, foi que mais de 30% dos empreendedores inquiridos não tinha ainda realizado qualquer tipo de registo ou pedido de registo. Quanto aos motivos, metade dos inquiridos afirmou não o ter feito por andar a adiar o processo mas planear fazê-lo num futuro próximo. Por outro lado,  21% admitiu mesmo não saber como o fazer.

Este ano, para além de sensibilizar o público presente no Web Summit para a necessidade de protecção dos seus direitos de propriedade intelectual e ajudar a esclarecer as principais dúvidas dos empreendedores, a RCF quis alertar quanto à real importância do registo e incentivar à protecção dos direitos, pelo que lançou um desconto simbólico nas suas taxas profissionais. 

Apesar do elevado número de negócios, projetos e invenções não protegidos no evento, a RCF angariou mais de 600 contactos com pedidos de esclarecimentos relativa à oferta disponibilizada.

Segundo a firma, ficou mais uma vez comprovado que a maioria dos empreendedores, talvez por puro desconhecimento sobre o tema e as suas consequências ou então por verem, erradamente, o registo como uma mera burocracia, tendem a estar tão focados na parte criativa, na estratégia, no lançamento e sucesso do seu negócio/da sua criação, que relevam para segundo plano a questão mais essencial que é a protecção dos seus direitos através do registo.

É comum os empreendedores perceberem tardiamente a necessidade do registo, e por isso é importante que estejam cientes de que a ausência de protecção dos seus direitos, pode efectivamente comprometer todo o trabalho, esforço e investimento realizados até então, pelo que o registo deverá ser sempre uma das principais prioridades antes do investimento, lançamento e mesmo divulgação do seu projecto.

A RCF diz acreditar ter sensibilizado os empreendedores para esta realidade, lembrando que a propriedade e o exclusivo de direitos (patentes, desenhos ou modelos ou sinais distintivos do comércio, como as marcas) adquire-se apenas por via do registo, não através do simples uso no mercado.

Outra conclusão relevante que retirou dos inquéritos efectuados, é que grande parte dos visitantes que efectivamente registaram a sua marca ou criação, afirmaram que o tinham realizado directamente, em vez de recorrerem a uma empresa especializada de propriedade intelectual.

Sucede que as empresas especializadas em Propriedade Intelectual e na protecção destes direitos, como a RCF, têm profissionais especializados que estudam a viabilidade dos registos, mediante aconselhamento técnico sobre as melhores vias de protecção e mantêm uma vigilância tecnológica pós-registo. Um empreendedor que recorra à RCF usufruirá do acompanhamento permanente dos seus direitos durante a vigência dos mesmos, contrariamente ao que sucede quando procedem aos pedidos de registo directamente junto dos Institutos Oficiais.

Assegure que terá todo o apoio técnico necessário à correcta e adequada protecção dos seus direitos, recorrendo a entidades especializadas na área da Propriedade Intelectual.

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